segunda-feira, junho 23, 2014

Valete de Copas

Um orvalho que cai, uma lágrima displicente do amor que um dia senti..
A vergonha da alma profana meu caráter, sussurra indecências sobre a ousadia de meu espírito..
Estou livre agora..
Sem destino, sem futuro..
Murmuro ao vento palavras sacanas, sem amor e sem tristezas..
Sinto que possa amar um dia, devolveram meu coração em uma caixa..
Beijo a pétala de seu olho para que possa lembrar de mim..
Agora sigo só..
Caminhando a esmo e sem sentimento pelo o que um dia eu fui..